Filmes e afins.
Por admin em 26/01/08 às 17:53 | Sem categoria
5 Comentários

Ai que delícia poder estar aqui e escrever as coisas que sinto e penso, é tão bom saber que há pessoas que me visitam e se interessam em saber o que se passa em meus dias, fico muito feliz com isso.
Ando um tanto quanto sem novidades, ando trabalhando muito isso é fato, e graças á Deus, não há como viver sem trabalho, mas confesso que as vezes é tão difícil sabe, as pessoas são tão incoerentes, mas fazer o que se temos que ser socíaveis e tentarmos viver bem com todos, mesmo que isso as vezes nos valha de um esforço sobrenatural, mas somos seres humanos errôneos fazer o que…

No curso qua faço ando um pouco desanimada porque acho pouco tempo, três horas por semana pelo preço que é, estou pensando em parar e prestar vestibular no meio do ano, acho que seria melhor pelo custo benefício e já que sempre quis terminar uma faculdade.

Aqui em casa está tudo bem na medida que não reclamo de nada e as coisas vão indo, a novela do sofá acabou e compramos, é bonito, e confortável.

A Nina está bem, mas está naqueles dias tadinha, sofre tanto., mas tenho dó de mandar castrar, acho uma violência, mas estou pensando á respeito.

Ontem foi aniversário de São Paulo, e apesar de todos os problemas que esta cidade enfrenta eu a amo e não moraria em outra cidade, AMO SÃO PAULO, cidade cheinha de coisas boas e com problemas como todos os lugares tem.

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<<Ontem á tarde assisti ao filme ” O caçador de pipas”>>

Saiba mais sobre o filme

O caçador de pipas conta a história de Amir, um garoto Pashtun rico de Wazir Akbar Khan, distrito de Cabul, que é atormentado pela culpa de ter traído seu amigo de infância, Hassan, filho do empregado Hazara do seu pai, Ali. A história tem como cenário uma série de acontecimentos tumultuosos, que começa com a queda da monarquia do Afeganistão decorrente da invasão soviética, a massa de emigrantes refugiados para o Paquistão e para os EUA e a implantação do regime Taliban.

Sinopse
Amir era um garoto problemático que cresceu num Afeganistão pré-guerra civil. Sua mãe morreu durante o seu parto, sua relação com seu pai, Baba, é formal demais e seu melhor amigo é Hassan, um garoto hazara de lábio leporino, filho do empregado da família, Ali. Amir não entendia o afeto que seu pai demonstrava ter por Hassan, afeto esse que resultou numa plástica, paga por Baba, para corrigir o defeito de nascença do garoto, quando este fez doze anos.

Amir e Hassan eram insultados por Assef, um brigão de uma respeitada família afegã que se une aos talibãs após o domínio russo. Em um encontro turbulento com Assef, Hassan protege Amir de uma agressão, ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estilingue. Assef e seus capangas recuaram, prometento uma revanche a Hassan.

O amigo de Amir é um dos destaques do anual campeonato de pipas, que marca o início do inverno em Cabul.

Amir é um mestre na competição e Hassan é um talentoso caçador de pipas, alguém que apanha as pipas caídas para exibi-las como troféus.

Em seus doze anos, Amir finalmente ganha a estima do seu pai por ter vencido a competição. Infelizmente, quando Hassan corre para apanhar a última pipa, ele encontra Assef. Amir vai a procura do seu amigo e acaba testemunhando Hassan sendo brutalmente violentado por Assef. Falta, a Amir, coragem para intervir e ele prefere manter seu conhecimento sobre o fato em segredo. No entanto, a culpa que ele passou a sentir perante à sua inatividade naquele momento, envenenava lentamente o seu relacionamento com Hassan.

No seu aniversário de treze anos, Amir recebe diversos presentes do seu pai e dos amigos deste. Entretanto, um deles é particularmente especial: um carderno em branco que ganhara do amigo e sócio do seu pai, Rahim Khan, para que ele escrevesse suas histórias.

Não podendo mais tolerar a presença de Hassan em sua casa, Amir prepara uma armadilha para seu amigo, escondendo dinheiro e um relógio de pulso sob o colchão de Hassan para incriminá-lo. Apesar de ser inocente, Hassan prefere confessar o roubo a complicar seu amigo. Ali se sente forçado a deixar a família, a qual serviu durante muitos anos, e se mudar para a remota Hazarajat, apesar dos protestos e lágrimas de Baba. Ainda que Amir nunca mais tivesse visto Hassan novamente, ele se vê constantemente atormentado por tê-lo traído.

Em 1980, Amir e seu pai deixam o Afeganistão, vão para Peshawar, no Paquistão, e, em seguida, para os EUA, escapando do novo regime soviético.

Em 1984, Amir e Baba estão morando em Fremont, Califórnia, EUA. Baba trabalha em um posto de gasolina e ganha um dinheiro extra vendendo sucatas em uma feira aos domingos, almejando pôr seu filho numa faculdade. Baba é diagnosticado com um câncer no pulmão. Amir conhece Soraya Taheri, com quem se casa mais tarde. Eles têm um casamento tradicional. Soraya se muda para a casa de Amir e cuida de Baba até ele morrer.

Os anos se passam. Amir embarca em uma bem-sucedida carreira como romancista. Ele e Soraya não podem ter filhos e relutam em adotar uma criança.

Em 2001, quinze anos depois da morte de Baba, Amir recebe um telefonema de Rahim Khan, que vivia em Peshawar. Amir viaja para o Paquistão para encontrá-lo. Rahim revela a Amir tudo o que aconteceu no Afeganistão depois da guerra civil.

Rahim se mudou para o antigo casarão de Baba, levando consigo Hassan, a mulher e o filho de Hassan, Sohrab. Dez anos depois, ele deixa Cabul e vai para o Paquistão. Hassan e sua mulher foram assassinados por um soldado taliban. Seu filho foi levado para um orfanato.

Rahim Khan pede a Amir que ele retorne ao Afeganistão para resgatar Sohrab. Para persuadi-lo, Rahim revela um segredo de família: Ali era estéril e Baba era o verdadeiro pai de Hassan, fazendo com que Amir e Hassan fossem meio-irmãos e Sohrab fosse meio-sobrinho de Amir.

Após relutar muito, Amir retorna a uma Cabul controlada pelo Taliban para procurar por seu sobrinho. Ele localiza o orfanato e é informado que o garoto fora levado por um oficial Taliban, que o usa como escravo sexual. Amir acha o oficial e pergunta por Sohrab, no entanto, o oficial é Assef. Eles brigam na frente do garoto e, se não fosse Sohrab ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estinligue e cumprido sua ameaça, Amir teria morrido.

Amir e Sohrab fogem para o Paquistão, onde ele decide adotar o garoto, mas encontra a oposição das autoridades americanas locais. Amir conta a Sohrab que talvez tenha de colocá-lo em um orfanato temporariamente. Com medo de receber o mesmo tratamento cruel que recebera no Afeganistão, Sohrab tenta o suicídio ao cortar seus pulsos. Amir descobre Sohrab a tempo, quando corre para contá-lo que sua mulher, nos EUA, encontrou uma forma de levar o garoto para a América.

O livro acaba com Amir e Sohrab de volta aos EUA. Sohrab está emocionalmente abalado e procura não falar. O dia de ano novo afegão é celebrado com uma competição de pipas, e Amir compra uma. Ele usa uma das antigas manhas de Hassan para derrubar uma pipa adversária. Nesse momento, um pequeno sorriso de Sohrab enche Amir de alegria: uma pipa voando foi o começo do descogelamento das emoções de Sohrab, e Amir, finalmente, se sente libertado da culpa que carregara consigo desde a infância.

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Bom gente…
Na minha opinião o filme ficou devendo alguns detalhes que mereciam mais atenção, o filme vale muito pela fotografia linda, pela comovente história, pelos atores infantis que achei ótimos, e vale pela curiosidade de quem leu o Livro que é excepcional, que em meu ver é um dos melhor que lí nos últimos anos, sem dúvida vale a pena.

Ao contrário do filme brasileiro comentado e divulgado a bessa ” Meu nome não é Jonny”…

Acho que, vale apenas pela maravilhosa interpretação de Selton Mello, mas vale sempre assistir um filminho ainda mais com esse friozinho gostoso que está fazendo.

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Bom é isso então, que todos tenham uma semana cheinha de coisas boas e que Deus abençõe á todos e obrigada sempre pelas visitas, mas antes que eu me esqueça, aqui vai como sempre o texto que escolhi pra finalizar meu post…espero que gostem

Corra todos os riscos

É preciso correr riscos.
Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
Todos os dias Deus nos dá- junto com o sol- um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes..
Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontém e será igual a amanhã.
Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico.
Ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais.
Este momento existe- um momento em que toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
A felicidade às vezes é uma bênção- mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.
Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões- mas tudo é passageiro, e não deixa marcas.
E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos.
Porque este talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir.
Mas quando olhar para trás- porque sempre olhamos para trás- vai escutar seu coração dizendo:
“O que fizeste com os milagres que Deus semeou por teus dias?
O que fizeste com os talentos que teu Mestre te confiou?
Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los.
Então, esta é a tua herança:
a certeza de que desperdiçaste tua vida.”
Pobre de quem escuta estas palavras.
Porque então acreditará em milagres, mas os instantes mágicos da vida já terão passado.

Paulo Coelho

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Muito beijos.
Sorry pelo post tão grande…rsrsrs!!!
Até.







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Perfil



Meu nome é Laudiane.
Moro em SP, tenho 28 anos.
Ainda acredito no amor.


Como todo ser humano.
Tenho defeitos e virtudes.
Mas amo muito e sempre.
Luto pela vida em sua plenitude.
Pois acho na luta um meio, para atingir a vitória.
Não consigo ser alheia à vida.
Tenho sempre um objetivo a ser alcançado...
Mesmo que não vá até o fim, ao menos tentei.
E por mais que esteja cansada...
E o caminho seja cheio de obstáculos...
Estou juntando os tijolinhos e tentando erguer meu castelo.
Vivo por um sonho.
Amo a liberdade.
Estou lutando para atingir meus objetivos e não desistir deles.
Estou tentando correr atrás do tempo que perdi.
Tropeço mas me levanto.
Porque vejo nos erros uma fonte inesgotável de assimilação.
Eu sou assim...
Livre, presa.
triste, alegre.
Persistente e, às vezes por frações de segundo “derrotada”.
“Eu penso, logo existo”.
Sou só sentimentos.
Eu sou assim!!


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